Twitter já impacta nas bilheterias

Especialistas em bilheteria de cinema nos EUA acreditam que o Twitter e outras redes sociais podem ser a causa das quedas bruscas no volume de alguns publicos ou do sucesso de outros titulos. Isso porque permitem elogios ou criticas instantâneas de quem foi ver os filmes na estreia.

As redes sociais reduziram para poucas horas o tempo de multiplicação do boca-a-boca, diz matéria do Baltimore Sun. “Ninguém segura o Twitter”, resume Stephen Bruno, diretor de marketing da Weinstein Co.

Os estudios estão tentando avaliar o impacto de uma avalanche de tweets e de como isso pode afetar o desempenho de um filme. Espectadores que nao gostaram de ‘Bruno’ e twitaram sobre isso podem, por exemplo, ter provocado a queda de 39% na bilheteria entre a 6a feira da estreia e o sábado.

Notícia do Blue Bus

Mídias sociais ultrapassam pornô… e mais

Esse vídeo é para quem ainda acha que essa coisa de redes sociais é só uma besteira de adolescente. Abaixo alguns números (impressionantes). E, acredite, é muito maior do que você pensa:

1. Midias sociais ultrapassaram o pornô como atividade número 1 da web.
2. 1 em 8 casais casais casados nos EUA no ano passado se conheceram através de uma rede social.
3. Números de anos para atingir 50 milhões de usuários:  Radio (38 anos), TV (13 anos), Internet (4 anos), iPod (3 anos)…Facebook adicionou cerca de 100 milhões de usuários em menos de 9 meses… iPhone apps bateram 1 bilhão em 9 meses.
4. Se o Facebbok fosse um país seria o 4° maior do mundo.
5. 80% das empresas usam o LinkedIn como ferramenta prioritária para encontrar novos empregados.

E por aí vai…. dá uma olhada.

As fontes do vídeo são infinitas e, em príncipio, confiáveis.

via WolffOlins e Update or Die

“Digital é diferente de interativo”

Texto Mariana Ditolvo
fonte MM online

Evento promovido pelo iG levanta discussão em torno da publicidade na internet

Sob a temática “Internet como plataforma de resultados”, aconteceu na manhã desta terça-feira, 28, o 3º iG Digital Day, evento promovido pelo portal e que tem como objetivo analisar exemplos bem-sucedidos de publicidade digital, debater idéias e discutir tendências.

Com a participação de Rei Inamoto, diretor global de criação da agência AKQA, Fernanda Romano, diretora criativa global da Euro RSCG e do jornalista Carlos Alberto Sardenberg, o evento contou com uma platéia de profissionais de agências de publicidade e anunciantes.

Segundo Fernanda, já era hora de o mercado parar de tentar convencer as pessoas de que a internet traz resultados, já que essa é uma realidade mais do que comprovada no mundo todo. “O mundo mudou e o branding tem que mudar. Hoje em dia a opinião de um blogueiro bacana é mais importante do que se lê no The Wall Street Journal”, acredita a diretora. “Eu particularmente detesto a palavra digital. O segredo é interatividade. As pessoas só não repudiam a publicidade independente do meio quando não a categorizam como publicidade. Elas precisam de algo que as estimule a gostar das marcas”, completou.

O coro foi engrossado por Inamoto, para quem a nova geração não faz a leitura de que faz parte de uma nova sociedade digital. “Falar em digital vai ser sinal de atraso em um futuro muito próximo. É uma palavra que não significa nada para os jovens consumidores. O importante agora é que as pessoas parem de falar e comecem a fazer para que o mercado possa seguir sua evolução natural”, disse.

Como estimular o uso da internet
Questionado sobre o que os profissionais alocados na mídia online poderiam fazer para que o canal crescesse em participação no mercado brasileiro (balizado pelo modelo criado para a televisão), Fernanda disse acreditar que a saída esteja na união e na rebeldia. “Na minha época criamos a ‘Máfia’ e trabalhávamos muito próximos dos veículos para poder dar vida a projetos inovadores. Os profissionais devem procurar aliados e se unirem em torno de um objetivo comum”, aconselhou. “As pessoas mão trocam mais idéia, não compartilham conhecimento. A mentalidade como um todo precisa evoluir. É como diz o Rei (Inamoto): parem de falar. Comecem a fazer”, finalizou.

Boca-a-boca e internet: as preferidas do consumidor

Embora a velha indicação dos amigos e conhecidos ainda seja o fator de maior peso na hora de escolher um produto ou serviço, a internet já ocupa um papel de extrema importância para formar a opinião dos consumidores acerca de marcas e produtos. A conclusão é resultado do estudo global Pesquisa de Consumidor, realizada pela Nielsen Online em 50 países.

De acordo com os resultados da pesquisa, 90% dos internautas levam em consideração as indicações de amigos e familiares na hora de adquirir um produto. Apesar disso, a divulgação das marcas no ambiente da internet também tem um importante peso na formação da opinião e da confiança desses consumidores. Para 70% dos entrevistados, vale a pena confiar em uma marca se os demais internautas expressam opiniões e comentários favoráveis a ela. E a mesma porcentagem dos pesquisados garante que ter um site de qualidade é um fator primordial para que a marca ganhe a sua confiança.

Os patrocínios das marcas também despertam um grande interesse dos consumidores. Para 64% dos entrevistados, o investimento que as empresas fazem em eventos ou em demais causas inspiram confiança.

Notícia do Meio&Mensagem, clique para ler na íntegra

O assessor de imprensa digital

Com as novas tecnologias e ferramentas, não é precipitado afirmar que os melhores profissionais de comunicação estão inseridos em uma esfera totalmente digital, constituída, principalmente, pelo Twitter, Facebook, blog, Listal, Delicius, Orkut, YouTube e MySpace, entre tantas outras social medias.

Isso porque as marcas e empresas têm a necessidade de, inicialmente, proteger suas identidades e propriedade intelectual e, em um segundo momento, faz-se necessário manter a reputação, se aproximar dos consumidores e traçar estratégias para interagir e conquistar um novo público.

Para que isso ocorra, há um cenário totalmente favorável. Pesquisa da Nielson Online aponta, por exemplo, que no Brasil mais de 80% dos usuários de internet já frequentam redes sociais, um número maior do que a média mundial, que é de 67%.

Outros resultados deste estudo também sustentam os investimentos neste universo tecnológico. No mundo, as pessoas ficam conectadas 11 horas por dia na internet e dedicam apenas uma hora às redes sociais. Já no Brasil, o número surpreende: a cada quatro horas, uma é dedicada às social medias.

Ouvir é o mais importante
Neste contexto, o papel do assessor de imprensa é importantíssimo para que alguns eventuais desvios não ocorram. O primeiro é a falta de clareza nas mensagens e a tentativa de enganar o consumidor. Recentemente, um grande e-commerce divulgou, no Twitter, que vendia determinado produto com desconto. Quando os internautas visitaram o site, perceberam que a história não era bem assim: pouquíssimas unidades daquele determinado produto estavam em liquidação; as demais eram vendidas pelo preço habitual.

Para tentar desfazer o ocorrido, o e-commerce lançou em seguida mais uma promoção. Via Twitter, a empresa informou que poucas unidades de um determinado produto estavam escondidas no site e que quem as encontrasse poderia adquirir com desconto.

Melhor assim, né? Se tivesse solicitado a ajuda da assessoria de imprensa, esse problema, provavelmente, não teria ocorrido e os consumidores compreenderiam toda a mensagem. Nas mídias sociais, que muitas vezes limitam a quantidade de caracteres da mensagem, o conteúdo conciso e claro é imprescindível. Nesse universo, menos é definitivamente mais!

Um outro problema das empresas presentes nas mídias sociais é não ouvir os usuários. Ou seja, postar conteúdo atrás de conteúdo e não se preocupar com o retorno e sugestões dos “seguidores” do Twitter, por exemplo. Muitas empresas, infelizmente, seguem essa linha e se esquecem de que ouvir é realmente o mais importante passo no processo de aprendizagem sobre as redes sociais na web.

Conteúdo e social media
Para fazer parte deste contexto, o assessor de imprensa precisa ser digital. Ou seja, ter habilidades e competências para propagar mensagens de marcas e empresas através de mídias sociais, contribuindo para um crescimento sustentável das corporações. O comunicador precisa, portanto, compreender este universo e explorá-lo ao máximo.

É claro que os outros campos não devem ser esquecidos. O americano John H. Bell, managing director da Ogilvy PR, já defendeu mais de uma vez que o assessor de imprensa precisar ser 20% digital, 20% estratégico, 15% conhecedor de mídias e 10% conhecedor do universo boca a boca. O restante dos percentuais – com menor peso – é divido entre o poder de pesquisa e de parceria, entre outras competências.

Na prática, a Ogilvy PR já desenvolveu projetos com esse norte. Uma fundação americana levou à John H. Bell o seguinte desafio: “Queremos ter reconhecimento global, não apenas de nosso país.” Para atender o cliente, a Ogilvy PR desenvolveu, basicamente, estratégias digitais, utilizando, por exemplo, blogs, Flicker, Facebook, MySpace e Twitter para propagar conhecimento e conteúdo.

O resultado foi alcançado em pouco tempo e o sucesso da iniciativa sustentou o que muitos especialistas adoram repetir: “Para ser global, use as mídias sociais.” A receita é simples de se seguir: estudos indicam que os consumidores são impactados diariamente por mais de 3.000 mensagens e que buscam conteúdos atraentes e divertidos.

Mesclar esse conteúdo com as social medias é, portanto, um tarefa que ainda intriga os comunicadores, mas que se tornou a chave do sucesso para qualquer iniciativa de assessoria de imprensa.

Seja bem-vindo à era do comunicador digital!

Texto de Rodrigo Capella
Fonte: Comunique-se

Liberdade não é exclusividade da imprensa

A Petrobras deu uma verdadeira aula de democracia e liberdade de opinião com a recente criação do seu blog Fatos e Dados.

Pra quem ainda não se “linkou” no que está rolando, o blog é resumidamente uma forma da estatal de mostrar à massa o que é liberdade de imprensa. A empresa recebe as perguntas dos jornalistas e veículos, responde e as publica em seu blog antes mesmo do veículo, alegando que essas informações são de propriedade do entrevistado e não necessariamente do entrevistador… o que é a pura verdade, afinal, o conteúdo ali abordado é sobre o entrevistado. É dele!

Além de mostrar na íntegra pra quem quiser ver o que foi perguntado e respondido, é uma forma de minimizar efeitos nocivos de jornalistas e veículos que manipulam entrevistas, como por exemplo, o simples fato de ocultar trechos de respostas, passando uma impressão falsa do real conteúdo ou mostrando apenas o que interessa para o veículo.

Alguns veículos e jornalistas têm repudiado a iniciativa da Petrobrás, alegando que a empresa quebra a exclusividade da matéria e antecipa de “mão beijada” o conteúdo para o veículo concorrente, além de ir contra a liberdade de imprensa.
O que parece é que boa parte da imprensa não sabe o real sentido da palavra LIBERDADE, e que ela é para todos e não de exclusividade da imprensa.

Na última quinta-feira a Petrobras flexibilizou suas regras e se comprometeu a publicar as entrevistas respondidas em seu blog apenas à meia noite do mesmo dia em que ela será publicada no veículo do entrevistador. Sensato.

As coisas mudaram! Não vão mudar, já mudaram. Agora só falta saber se essas mudanças vão desbancar alguns ditadores que mantém o nível de informação do povo nos patamares de décadas atrás.

Mais uma vez ela é a responsável por tal mudança, a INTERNET. Veículos e jornalistas influenciadores de opiniões ainda refutam certas mudanças, mas por quê será? Medo de não se adaptarem ou medo de perderem a força manipuladora de suas opiniões perante a um povo sem iniciativa PRÓPRIA?

NYT, mudanças e mais mudanças

times-wire-the-new-york-times

Que a mídia impressa está passando por uma enorme fase de mudança e de se repensar como será o futuro, todos nós já sabemos, e muitos de nós estamos vivenciando esse momento, mas o NYT é um “modelo de testes”.

Primeiro reduziu o tamanho do impresso para economizar papel (e muito dinheiro), depois melhorou, e muito, seu portal e disponibilizou mais e mais notícias aos leitores e agora está testando uma nova maneira de “entregar as notícias” em seu portal.

A nova área que está no ar se chama Times Wire e é um fluxo contínuo de notícias que saem da redação organizadas em ordem cronológica, resumindo, o bom e velho formato de blog.

A iniciativa é parte do esforço do jornal para dar aos leitores mais alternativas para leitura do conteudo online.

Brasileiro fica mais de 26 horas conectado em março

De acordo com um levantamento do Ibope Nielsen Online divulgado nesta quarta-feira, o tempo médio de navegação do internauta brasileiro chegou à marca inédita de 26 horas e 15 minutos em março.

No período, o número de usuários residenciais chegou a 25,5 milhões, um aumento de 2,6% em relação a fevereiro e de 12% na comparação com março do ano passado.

“A substituição da linha discada pela banda larga vem sendo a principal responsável pelo aumento do uso da internet em residências no início deste ano”, explicou José Calazans, analista de Mídia do Ibope Nielsen Online.

Aproximadamente 88% dos usuários ativos (ou 22,3 milhões de pessoas) navegaram por meio de conexões rápidas em março. O aumento foi de 7,7% sobre fevereiro e de 22% em relação ao mesmo mês de 2008.

Por outro lado, a quantidade de pessoas que utilizam linha discada, que se mantinha em torno de 4 milhões por mês nos últimos dois anos, caiu para 3,2 milhões.

Considerando somente os brasileiros de 16 anos ou mais com posse de telefone fixo ou móvel, o Ibope estimou em 62,3 milhões o total de pessoas com acesso à web em qualquer ambiente (residência, trabalho, escola, LAN houses, bibliotecas e telecentros).

Fonte: Adnews

[Pesquisa] Teens know what they want from online news: do you?

pesquisa_jovem

Os adolescentes sabem o que querem dos sites de notícias. você sabe?
Clique aqui e veja o estudo realizado pela NAA Foundation

via @sushist

SBT vai na onda da Globo, Record e Band

As emissoras de TV aberta começaram a perceber o novo filão da rede de microblog Twitter. As principais redes usam a ferramenta como mais uma forma de divulgação de notícias na internet.

O SBT foi a rede mais recente a aderir. Se lançou à novidade na última sexta-feira e completou a adesão à ferramenta no grupo. Desde então emite notas, com até 140 caracteres, para atrair atenção para novidades, assim como Globo, Record e Band, que mantêm páginas na rede há algum tempo.

Se na TV aberta a disputa pela audiência ainda mostra ampla liderança da Globo, no Twitter a briga é mais acirrada: a Globo está na frente com 2.989 seguidores, enquanto a Record vem em segundo lugar com 2.104. Apesar de ter lançado a página na sexta -feira, o SBT já tem 367 seguidores, contra apenas 100 da Band.

Do AdNews

© 2009 Onze06. Todos os direitos reservados. Baseado no template original de Wordpress e Magatheme.