Quando a ideia é boa …

Quando a ideia é boa não precisa explicar e nesse caso nem gastar muito.

e aqui assista aqui outro excelente vídeo de guerrilha sobre o mesmo tema, aquecimento global.

Uma ideia iluminada (e colorida) da Coral

coral_3
Mais uma ideia boa e barata para divulgação de um produto. A  Leo Burnett Brasil criou uma ação que distribuiu mais de 2000 lâmpadas coloridas , em que objetivo era promover a linha premium de tintas da Coral, Decora.

Em diversos pontos de vendas, o consumidor escolhia uma lampada com a cor de sua preferencia e ao acendê-la perto de uma parede branca, revelava-se o quanto uma cor diferente em um ambiente pode deixá-lo mais bonito e sofisticado.

coral_1

O grande detalhe e a caixinha da lâmpada: ela é uma miniatura da lata de tinta. Perfeita a ação, com um baixíssimo custo, e um ótimo retorno. Simples, porém genial!

fonte: comunicadores.info

Grafitti com lápis de cor

Lendo o blog Comunicadores me deparei com mais uma ação “boa & Barata” realizada pela agência Unitas/RNL de Santiago para divulgar os produtos da Faber-Castell.

Abaixo a integra do post.
–x–
http://img24.imageshack.us/img24/545/fabbercastelgraffiti2.jpg

Infelizmente muitas pessoas confundem graffiti com pichação. Mas as diferenças são claras: Graffiti é uma arte, já pichação é vandalismo (saiba mais).

E utilizando essa informação, a agência Unitas/RNL de Santiago, criou uma ação de guerrilha muito criativa para divulgar os lápis de cor da Faber-Castell em escolas e universidades. Alguns muros grafitados tiveram um adesivo especial aplicado neles, onde gerava a ilusão de que os desenhos foram feitos utilizando os lápis da marca.

Fonte: comunicadores.info

“Digital é diferente de interativo”

Texto Mariana Ditolvo
fonte MM online

Evento promovido pelo iG levanta discussão em torno da publicidade na internet

Sob a temática “Internet como plataforma de resultados”, aconteceu na manhã desta terça-feira, 28, o 3º iG Digital Day, evento promovido pelo portal e que tem como objetivo analisar exemplos bem-sucedidos de publicidade digital, debater idéias e discutir tendências.

Com a participação de Rei Inamoto, diretor global de criação da agência AKQA, Fernanda Romano, diretora criativa global da Euro RSCG e do jornalista Carlos Alberto Sardenberg, o evento contou com uma platéia de profissionais de agências de publicidade e anunciantes.

Segundo Fernanda, já era hora de o mercado parar de tentar convencer as pessoas de que a internet traz resultados, já que essa é uma realidade mais do que comprovada no mundo todo. “O mundo mudou e o branding tem que mudar. Hoje em dia a opinião de um blogueiro bacana é mais importante do que se lê no The Wall Street Journal”, acredita a diretora. “Eu particularmente detesto a palavra digital. O segredo é interatividade. As pessoas só não repudiam a publicidade independente do meio quando não a categorizam como publicidade. Elas precisam de algo que as estimule a gostar das marcas”, completou.

O coro foi engrossado por Inamoto, para quem a nova geração não faz a leitura de que faz parte de uma nova sociedade digital. “Falar em digital vai ser sinal de atraso em um futuro muito próximo. É uma palavra que não significa nada para os jovens consumidores. O importante agora é que as pessoas parem de falar e comecem a fazer para que o mercado possa seguir sua evolução natural”, disse.

Como estimular o uso da internet
Questionado sobre o que os profissionais alocados na mídia online poderiam fazer para que o canal crescesse em participação no mercado brasileiro (balizado pelo modelo criado para a televisão), Fernanda disse acreditar que a saída esteja na união e na rebeldia. “Na minha época criamos a ‘Máfia’ e trabalhávamos muito próximos dos veículos para poder dar vida a projetos inovadores. Os profissionais devem procurar aliados e se unirem em torno de um objetivo comum”, aconselhou. “As pessoas mão trocam mais idéia, não compartilham conhecimento. A mentalidade como um todo precisa evoluir. É como diz o Rei (Inamoto): parem de falar. Comecem a fazer”, finalizou.

Jornalistas, é para tanto?

Após a aprovação pelo Supremo Tribunal Federal pelo fim da obrigatoriedade do diploma para profissionais de jornalismo, foi dada a largada para uma enxurrada de manifestações de jornalistas contra a decisão. Um clima de insegurança parece tomar conta do ânimo desses profissionais, mas será que é pra tanto?

Em conversa com alguns empresários do segmento de comunicação, leia-se jornalismo, o blog Onze06 constatou algo um tanto previsível: nada mudou e provavelmente nada mudará. Para ser mais exato, foi praticamente unânime a opinião de que é mínima a possibilidade desses empresários contratarem pessoas sem diploma de jornalista para exercer tal função.

“Eu não contrataria alguém sem diploma para trabalhar na minha empresa, não pelo fator diploma, mas pela bagagem e experiência “forçada” que essas pessoa tem de passar numa faculdade, por pior que seja essa faculdade”, disse Flavia Viana, sócia da agência especializada em assessoria de imprensa VitrolaComm.

Ao que tudo indica realmente nada mudará, pois empresas sérias e que querem ver seus produtos e serviços manterem a qualidade em altos patamares não se darão ao luxo de contratar alguém despreparado apenas para poupar alguns trocados. Mas caso algo mude, será para melhor, já que a seleção natural tirará do mercado alguns players que insistem em sujar as vertentes oriundas do jornalismo, como Assessoria de Imprensa e Relações Públicas.

O assessor de imprensa digital

Com as novas tecnologias e ferramentas, não é precipitado afirmar que os melhores profissionais de comunicação estão inseridos em uma esfera totalmente digital, constituída, principalmente, pelo Twitter, Facebook, blog, Listal, Delicius, Orkut, YouTube e MySpace, entre tantas outras social medias.

Isso porque as marcas e empresas têm a necessidade de, inicialmente, proteger suas identidades e propriedade intelectual e, em um segundo momento, faz-se necessário manter a reputação, se aproximar dos consumidores e traçar estratégias para interagir e conquistar um novo público.

Para que isso ocorra, há um cenário totalmente favorável. Pesquisa da Nielson Online aponta, por exemplo, que no Brasil mais de 80% dos usuários de internet já frequentam redes sociais, um número maior do que a média mundial, que é de 67%.

Outros resultados deste estudo também sustentam os investimentos neste universo tecnológico. No mundo, as pessoas ficam conectadas 11 horas por dia na internet e dedicam apenas uma hora às redes sociais. Já no Brasil, o número surpreende: a cada quatro horas, uma é dedicada às social medias.

Ouvir é o mais importante
Neste contexto, o papel do assessor de imprensa é importantíssimo para que alguns eventuais desvios não ocorram. O primeiro é a falta de clareza nas mensagens e a tentativa de enganar o consumidor. Recentemente, um grande e-commerce divulgou, no Twitter, que vendia determinado produto com desconto. Quando os internautas visitaram o site, perceberam que a história não era bem assim: pouquíssimas unidades daquele determinado produto estavam em liquidação; as demais eram vendidas pelo preço habitual.

Para tentar desfazer o ocorrido, o e-commerce lançou em seguida mais uma promoção. Via Twitter, a empresa informou que poucas unidades de um determinado produto estavam escondidas no site e que quem as encontrasse poderia adquirir com desconto.

Melhor assim, né? Se tivesse solicitado a ajuda da assessoria de imprensa, esse problema, provavelmente, não teria ocorrido e os consumidores compreenderiam toda a mensagem. Nas mídias sociais, que muitas vezes limitam a quantidade de caracteres da mensagem, o conteúdo conciso e claro é imprescindível. Nesse universo, menos é definitivamente mais!

Um outro problema das empresas presentes nas mídias sociais é não ouvir os usuários. Ou seja, postar conteúdo atrás de conteúdo e não se preocupar com o retorno e sugestões dos “seguidores” do Twitter, por exemplo. Muitas empresas, infelizmente, seguem essa linha e se esquecem de que ouvir é realmente o mais importante passo no processo de aprendizagem sobre as redes sociais na web.

Conteúdo e social media
Para fazer parte deste contexto, o assessor de imprensa precisa ser digital. Ou seja, ter habilidades e competências para propagar mensagens de marcas e empresas através de mídias sociais, contribuindo para um crescimento sustentável das corporações. O comunicador precisa, portanto, compreender este universo e explorá-lo ao máximo.

É claro que os outros campos não devem ser esquecidos. O americano John H. Bell, managing director da Ogilvy PR, já defendeu mais de uma vez que o assessor de imprensa precisar ser 20% digital, 20% estratégico, 15% conhecedor de mídias e 10% conhecedor do universo boca a boca. O restante dos percentuais – com menor peso – é divido entre o poder de pesquisa e de parceria, entre outras competências.

Na prática, a Ogilvy PR já desenvolveu projetos com esse norte. Uma fundação americana levou à John H. Bell o seguinte desafio: “Queremos ter reconhecimento global, não apenas de nosso país.” Para atender o cliente, a Ogilvy PR desenvolveu, basicamente, estratégias digitais, utilizando, por exemplo, blogs, Flicker, Facebook, MySpace e Twitter para propagar conhecimento e conteúdo.

O resultado foi alcançado em pouco tempo e o sucesso da iniciativa sustentou o que muitos especialistas adoram repetir: “Para ser global, use as mídias sociais.” A receita é simples de se seguir: estudos indicam que os consumidores são impactados diariamente por mais de 3.000 mensagens e que buscam conteúdos atraentes e divertidos.

Mesclar esse conteúdo com as social medias é, portanto, um tarefa que ainda intriga os comunicadores, mas que se tornou a chave do sucesso para qualquer iniciativa de assessoria de imprensa.

Seja bem-vindo à era do comunicador digital!

Texto de Rodrigo Capella
Fonte: Comunique-se

A mídia é gratuita, mas a atenção, não!

via iMasters

Seth Godin em seu blog denuncia: finalmente, os publicitários estão descobrindo que o Youtube + a imaginação resultam em algo denominado mídia grátis ou mídia espontânea (viral).

É numa frase sábia e que resume toda a lógica dos tempos modernos, ele afirma: a mídia é gratuita, mas a atenção não. Os comunicadores tem que pensar que são modelos/formatos diferentes para cada tipo de audiência.

Ser criativo e investir em pequenas ações de mídia online, como compra de termos, vídeos dos mais diversos formatos, relevância são palavras de ordem para se tornar viral.

O mundo de internet é o inverso do mundo da TV. Na TV, a mídia é cara, mas a atenção é “quase” de graça (talvez o melhor exemplo disso seja o BBB da Globo). Na internet, a mídia é “quase” de graça, mas a atenção está a um clique de distância. Além disso, as regras da TV são subvertidas de outras formas, como no exemplo do comercial de internet que deixa de estar debaixo do controle de quem o produziu. Só uma regra é que não deixa de valer, seja qual for a mídia: o que for bem feito, terá repercussão.

NYT, mudanças e mais mudanças

times-wire-the-new-york-times

Que a mídia impressa está passando por uma enorme fase de mudança e de se repensar como será o futuro, todos nós já sabemos, e muitos de nós estamos vivenciando esse momento, mas o NYT é um “modelo de testes”.

Primeiro reduziu o tamanho do impresso para economizar papel (e muito dinheiro), depois melhorou, e muito, seu portal e disponibilizou mais e mais notícias aos leitores e agora está testando uma nova maneira de “entregar as notícias” em seu portal.

A nova área que está no ar se chama Times Wire e é um fluxo contínuo de notícias que saem da redação organizadas em ordem cronológica, resumindo, o bom e velho formato de blog.

A iniciativa é parte do esforço do jornal para dar aos leitores mais alternativas para leitura do conteudo online.

Brasileiro fica mais de 26 horas conectado em março

De acordo com um levantamento do Ibope Nielsen Online divulgado nesta quarta-feira, o tempo médio de navegação do internauta brasileiro chegou à marca inédita de 26 horas e 15 minutos em março.

No período, o número de usuários residenciais chegou a 25,5 milhões, um aumento de 2,6% em relação a fevereiro e de 12% na comparação com março do ano passado.

“A substituição da linha discada pela banda larga vem sendo a principal responsável pelo aumento do uso da internet em residências no início deste ano”, explicou José Calazans, analista de Mídia do Ibope Nielsen Online.

Aproximadamente 88% dos usuários ativos (ou 22,3 milhões de pessoas) navegaram por meio de conexões rápidas em março. O aumento foi de 7,7% sobre fevereiro e de 22% em relação ao mesmo mês de 2008.

Por outro lado, a quantidade de pessoas que utilizam linha discada, que se mantinha em torno de 4 milhões por mês nos últimos dois anos, caiu para 3,2 milhões.

Considerando somente os brasileiros de 16 anos ou mais com posse de telefone fixo ou móvel, o Ibope estimou em 62,3 milhões o total de pessoas com acesso à web em qualquer ambiente (residência, trabalho, escola, LAN houses, bibliotecas e telecentros).

Fonte: Adnews

Crise? Nada! Oportunidade de Mudar

Como já foi dito em outros textos, a mídia impressa não irá morrer, mas sim, se modificar. E não há momento melhor para tirarmos as ideias das gavetas empoeiradas e usarmos a  velha máxima “é na crise que se cresce”.

Com todo esse problema de crise financeira, preservação de floresta, otimização de recursos e tudo mais os grandes produtores de conteúdo, que hoje “vendem suas notícias” impressas, estão repensando a maneira de disponibilizar e principalmente, gerar receita de uma maneira nova.

abaixo o texto publicado pela Elisa Araujo no bluebus detalhando o assunto.

O q fazer? Donos de jornais nos EUA estao investindo em leitores eletrônicos
Grupos editoriais que publicam jornais e revistas nos EUA que vivem uma crise com seus produtos impressos, não estão fingindo que não está acontecendo nada. Buscam plataformas alternativas ao papel para continuarem publicando seu conteúdo e vendendo publicidade. Estão se associando a empresas de tecnologia e apoiando o desenvolvimento de aparelhos alternativos ao Kindle, o leitor de livros eletrônicos da Amazon. Segundo noticia do Wall Street Journal, o grupo Hearst (San Francisco Chronicle, Houston Chronicle e Cosmopolitan, entre outros) está ligado a uma iniciativa da FirstPaper que pretende criar uma plataforma para download de jornais e revistas. O aparelho terá tela maior que o Kindle e poderá exibir anúncios.

Paralelamente, o Gannett (USA Today) e o Pearson (Financial Times) estão entre os donos de jornais que se associaram à Plastic Logic, uma startup que tem como projeto um tablet do tamanho de uma folha de papel carta e que seria capaz de exibir conteúdo de livros, jornais e documentos. O aparelho deve ser lançado no ano que vem e também permitirá a veiculação de publicidade. Ainda de acordo com o WSJ, a Apple está desenvolvendo um aparelho para leitura de livros digitais e periódicos e a News Corp está explorando a possibilidade de investir num aparelho concorrente do Kindle. A Sony, por sua vez, anunciou que vai lançar um leitor wireless capaz de baixar “conteúdo diário” e está conversando com algumas editoras.

© 2009 Onze06. Todos os direitos reservados. Baseado no template original de Wordpress e Magatheme.