Até pra mendigar o mkt funciona

Campanha da APPM, Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing, para incentivar o investimento em boas idéias, que definitivamente dão resultado… e gastando pouco!

Veja o vídeo:

“Digital é diferente de interativo”

Texto Mariana Ditolvo
fonte MM online

Evento promovido pelo iG levanta discussão em torno da publicidade na internet

Sob a temática “Internet como plataforma de resultados”, aconteceu na manhã desta terça-feira, 28, o 3º iG Digital Day, evento promovido pelo portal e que tem como objetivo analisar exemplos bem-sucedidos de publicidade digital, debater idéias e discutir tendências.

Com a participação de Rei Inamoto, diretor global de criação da agência AKQA, Fernanda Romano, diretora criativa global da Euro RSCG e do jornalista Carlos Alberto Sardenberg, o evento contou com uma platéia de profissionais de agências de publicidade e anunciantes.

Segundo Fernanda, já era hora de o mercado parar de tentar convencer as pessoas de que a internet traz resultados, já que essa é uma realidade mais do que comprovada no mundo todo. “O mundo mudou e o branding tem que mudar. Hoje em dia a opinião de um blogueiro bacana é mais importante do que se lê no The Wall Street Journal”, acredita a diretora. “Eu particularmente detesto a palavra digital. O segredo é interatividade. As pessoas só não repudiam a publicidade independente do meio quando não a categorizam como publicidade. Elas precisam de algo que as estimule a gostar das marcas”, completou.

O coro foi engrossado por Inamoto, para quem a nova geração não faz a leitura de que faz parte de uma nova sociedade digital. “Falar em digital vai ser sinal de atraso em um futuro muito próximo. É uma palavra que não significa nada para os jovens consumidores. O importante agora é que as pessoas parem de falar e comecem a fazer para que o mercado possa seguir sua evolução natural”, disse.

Como estimular o uso da internet
Questionado sobre o que os profissionais alocados na mídia online poderiam fazer para que o canal crescesse em participação no mercado brasileiro (balizado pelo modelo criado para a televisão), Fernanda disse acreditar que a saída esteja na união e na rebeldia. “Na minha época criamos a ‘Máfia’ e trabalhávamos muito próximos dos veículos para poder dar vida a projetos inovadores. Os profissionais devem procurar aliados e se unirem em torno de um objetivo comum”, aconselhou. “As pessoas mão trocam mais idéia, não compartilham conhecimento. A mentalidade como um todo precisa evoluir. É como diz o Rei (Inamoto): parem de falar. Comecem a fazer”, finalizou.

Youtube x TV

Em pesquisa realizada pelo próprio Youtube com alguns parceiros, detectou-se uma grande diferença entre TV e Youtube em relação aos níveis de atenção e efetivade aos anúncios e outros conteúdos publicados nesses meios. Obviamente isso não se restringe ao Youtube, mas também a outros canais que oferem serviços similares de vídeo pela internet.

Veja o vídeo abaixo sobre a pesquisa, muito interessante.

[Oportunidade] – Estágio PP/MKT

Estágio PP e MKT em São Paulo

Cidade / Bairro: São Paulo / Jardim América
Horário do estágio: 7 horas de segunda a sexta-feira, sendo 6 horas de estágio e 1h de intervalo
Bolsa auxílio: R$ 1200.00 / mês.
Vale-refeição: Sim. ( Valor: R$ 16.00 )
Auxílio-transporte: Sim ( Valor: R$ 80.00 )

Mais detalhes desta vaga: Vagas e Oportunidades

Coca-cola há 100 anos na frente da Pepsi. Pq será?

Uma imagem vale mais do que qualquer palavra:

pepsixcoke

Uma boa campanha não é tudo

Conforme publicamos algumas vezes aqui, a campanha Best Job in The World realizada pelo Estado de Queensland, Austrália,  mereceu cada um dos prêmios de mídia conquistados. Mas como também citado em outras oportunidades, um excelente trabalho realizado pelas agências de comunicação (RP e PP) pode ir por água abaixo se o cliente não cooperar. E a história fica ainda pior quando tudo barra em politicagem e burocracia.

Veja a notíca publicada hoje no Blue Bus:

Nao é fácil ter o melhor emprego do mundo. Ben Southall, que venceu o concurso ‘Best Job in the World’, campanha para o Tourism Queensland premiada em Cannes, está sendo criticado pela falta de assiduidade com que atualiza seu blog. Desde que assumiu a posição, no dia 1o, Southall só publicou 7 posts. 94,000 pessoas se registraram para receber updates do site. O Tourism Queensland atribuiu a falta de posts diários a dificuldades com acesso a internet e telefonia celular. Mas segundo o australiano Courrier Mail, Southall está com a agenda cheia – pedidos de entrevista de mais de 50 veiculos de todo o mundo, uma equipe de documentaristas acompanhando seus passos, coletivas de imprensa e até jantar com o primeiro ministro da Australia. De acordo com a matéria, os leitores do blog de Southall também criticam o fato de que ele está cumprindo itinerarios organizados pelo orgao de turismo e nao tem tempo para explorar a regiao por conta propria e ser mais criativo, divertido e pessoal nos seus relatos.

Jornalistas e Publicitários = top 10

Os jornalistas, profissionais de marketing e publicitários estão no seleto grupo dos profissionais com maior índice de credibilidade no Brasil, respectivamente nas quinta, oitava e nona posições, de acordo com a última pesquisa do grupo alemão GfK, que ouviu 17 mil pessoas em 16 países europeus, nos EUA e no Brasil. No plano internacional, porém, o desempenho foi bem mais modesto, com as mesmas ocupando as 12a, 13a e 16a posições.

Se, no Brasil, essas profissões têm índices de confiança de apenas 79%, 66% e 65%, no restante do mundo as cifras despencam para 41%, 39% e 28%, respectivamente, segundo os cerca de mil brasileiros ouvidos pela GfK. A profissão que obteve o maior índice de confiança da população foi a dos bombeiros, com 95% no Brasil e 92% no plano internacional, seguidos pelos carteiros (90% no Brasil, 81% no mundo), médicos (82% e 81%) e professores do ensino fundamental e médio (81% e 85%). Outra profissão que mostrou significativa diferença entre as percepções no Brasil e no mundo foi a dos pesquisadores de mercado, que estão em sexto lugar no Brasil, com 77%, e internacionalmente em nono, com 55%. Na lanterna da pesquisa, nenhuma surpresa: os políticos conseguiram apenas 16% no Brasil e 18% internacionalmente.

“De forma geral, os latino-americanos e, especialmente, os brasileiros costumam ser mais generosos nas suas avaliações em comparação aos europeus, norte-americanos e asiáticos”, explica Paulo Carramenha, diretor geral da GfK Brasil. De acordo com ele, é comum observar tais diferenças em projetos de pesquisa que envolvem comparações de resultados locais com internacionais (como em testes de produtos, de conceitos, embalagens, avaliação de imagem de marcas, de propaganda). Carramenha explica que, em pesquisa de mercado, o fenômeno é denominado “efeito gratidão” – que, segundo ele, leva-se em conta na análise dos resultados, que podem impactar em decisões importantes do cliente que está realizando a pesquisa. No caso das profissões, o efeito não interfere no ranking das profissões.

As pesquisas para a edição internacional de 2009 ocorreram entre fevereiro e março. Criado há 70 anos na Alemanha, o Grupo GfK tem hoje 115 subsidiárias e está no Brasil há 22 anos.

Notícia do Meio & Mensagem

Centimetragem de verdade

A Singular – Arquitetura de Mídia apresenta ao mercado uma novidade em mensuração de impactos de publicidade e reportagens publicados em jornais. Por meio de uma parceria com a Research and Analysis of Media (RAM), leitores são recrutados em painéis de pesquisa e avaliam diferentes aspectos, como layout e conteúdo.

As opiniões, compiladas em até 24 horas, possibilitam o estabelecimento de parâmetros de comparação entre veículos ou períodos de publicação. The Guardian, The New York Times e The Washington Post são alguns dos jornais que já utilizam a ferramenta, usada em 14 países. A RAM já realizou cerca de 15 milhões de pesquisas e conta com um banco de dados de 50 mil anúncios e reportagens avaliadas.

Noticia do Meio&Mensagem. Para saber mais sobre o novo metodo, clique em RAM

Jornalistas, é para tanto?

Após a aprovação pelo Supremo Tribunal Federal pelo fim da obrigatoriedade do diploma para profissionais de jornalismo, foi dada a largada para uma enxurrada de manifestações de jornalistas contra a decisão. Um clima de insegurança parece tomar conta do ânimo desses profissionais, mas será que é pra tanto?

Em conversa com alguns empresários do segmento de comunicação, leia-se jornalismo, o blog Onze06 constatou algo um tanto previsível: nada mudou e provavelmente nada mudará. Para ser mais exato, foi praticamente unânime a opinião de que é mínima a possibilidade desses empresários contratarem pessoas sem diploma de jornalista para exercer tal função.

“Eu não contrataria alguém sem diploma para trabalhar na minha empresa, não pelo fator diploma, mas pela bagagem e experiência “forçada” que essas pessoa tem de passar numa faculdade, por pior que seja essa faculdade”, disse Flavia Viana, sócia da agência especializada em assessoria de imprensa VitrolaComm.

Ao que tudo indica realmente nada mudará, pois empresas sérias e que querem ver seus produtos e serviços manterem a qualidade em altos patamares não se darão ao luxo de contratar alguém despreparado apenas para poupar alguns trocados. Mas caso algo mude, será para melhor, já que a seleção natural tirará do mercado alguns players que insistem em sujar as vertentes oriundas do jornalismo, como Assessoria de Imprensa e Relações Públicas.

Boca-a-boca e internet: as preferidas do consumidor

Embora a velha indicação dos amigos e conhecidos ainda seja o fator de maior peso na hora de escolher um produto ou serviço, a internet já ocupa um papel de extrema importância para formar a opinião dos consumidores acerca de marcas e produtos. A conclusão é resultado do estudo global Pesquisa de Consumidor, realizada pela Nielsen Online em 50 países.

De acordo com os resultados da pesquisa, 90% dos internautas levam em consideração as indicações de amigos e familiares na hora de adquirir um produto. Apesar disso, a divulgação das marcas no ambiente da internet também tem um importante peso na formação da opinião e da confiança desses consumidores. Para 70% dos entrevistados, vale a pena confiar em uma marca se os demais internautas expressam opiniões e comentários favoráveis a ela. E a mesma porcentagem dos pesquisados garante que ter um site de qualidade é um fator primordial para que a marca ganhe a sua confiança.

Os patrocínios das marcas também despertam um grande interesse dos consumidores. Para 64% dos entrevistados, o investimento que as empresas fazem em eventos ou em demais causas inspiram confiança.

Notícia do Meio&Mensagem, clique para ler na íntegra

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