A estréia da categoria RP no festival de Cannes esse ano já revela muito sobre esse mercado que não para de crescer no mundo e no Brasil, mas também aponta para a necessidade de profissionalização e desmistificação desse segmento, principalmente aqui, em território nacional.
Na matéria publicada hoje pelo MM Online com excelentes depoimentos de Andrew Greenlees, sócio da CDN Comunicação e jurado brasileiro de RP no festival, fica claro o potencial ainda inexplorado e algumas carências desse segmento… que por sinal são as razões da existência desse Blog que vos escreve.
Vejam algusn trechos da matéria e repare nos trechos destacados em bold.
Andrew Greenlees, vice-presidente e sócio da CDN Comunicação Corporativa estava com um pé atrás para a primeira edição, a começar pela própria conceituação da categoria. “Existe uma discussão que temos entre os jurados a respeito de como você define o que é PR. Várias campanhas diferentes podem utilizar, em algum momento, uma estratégia de PR, seja baseada em pesquisa, evento, relação com a imprensa ou em ações digitais. É uma tendência do mercado. As empresas de comunicação buscam oferecer um leque cada vez mais amplo de serviços”, afirma Greenlees.
Para Greenlees, a chegada de PR a Cannes é um indicativo da tendência de se reduzir as fronteiras entre as modalidades. Além do que, seria uma mostra de que PR está ganhando profissionalismo. “É um setor que cresce no Brasil. Já atingiu US$ 1 bilhão e é representado por uma associação que tem 317 associados”, diz o executivo, referindo-se à estimativa da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom).
Greenlees revela que, na volta, planeja combinar com a entidade alguma maneira de repassar o conhecimento de Cannes para o mercado, até para que sirvam como parâmetros para o festival do ano que vem.
Veja na integra, clique aqui.
