Como já foi dito em outros textos, a mídia impressa não irá morrer, mas sim, se modificar. E não há momento melhor para tirarmos as ideias das gavetas empoeiradas e usarmos a velha máxima “é na crise que se cresce”.
Com todo esse problema de crise financeira, preservação de floresta, otimização de recursos e tudo mais os grandes produtores de conteúdo, que hoje “vendem suas notícias” impressas, estão repensando a maneira de disponibilizar e principalmente, gerar receita de uma maneira nova.
abaixo o texto publicado pela Elisa Araujo no bluebus detalhando o assunto.
O q fazer? Donos de jornais nos EUA estao investindo em leitores eletrônicos
Grupos editoriais que publicam jornais e revistas nos EUA que vivem uma crise com seus produtos impressos, não estão fingindo que não está acontecendo nada. Buscam plataformas alternativas ao papel para continuarem publicando seu conteúdo e vendendo publicidade. Estão se associando a empresas de tecnologia e apoiando o desenvolvimento de aparelhos alternativos ao Kindle, o leitor de livros eletrônicos da Amazon. Segundo noticia do Wall Street Journal, o grupo Hearst (San Francisco Chronicle, Houston Chronicle e Cosmopolitan, entre outros) está ligado a uma iniciativa da FirstPaper que pretende criar uma plataforma para download de jornais e revistas. O aparelho terá tela maior que o Kindle e poderá exibir anúncios.Paralelamente, o Gannett (USA Today) e o Pearson (Financial Times) estão entre os donos de jornais que se associaram à Plastic Logic, uma startup que tem como projeto um tablet do tamanho de uma folha de papel carta e que seria capaz de exibir conteúdo de livros, jornais e documentos. O aparelho deve ser lançado no ano que vem e também permitirá a veiculação de publicidade. Ainda de acordo com o WSJ, a Apple está desenvolvendo um aparelho para leitura de livros digitais e periódicos e a News Corp está explorando a possibilidade de investir num aparelho concorrente do Kindle. A Sony, por sua vez, anunciou que vai lançar um leitor wireless capaz de baixar “conteúdo diário” e está conversando com algumas editoras.
