O que os jornalistas acham do follow-up? Qual o pior defeito de um assessor? Essas são algumas das perguntas lançadas no livro “Assessor de imprensa: fonte qualificada para uma boa notícia”, do jornalista Rodrigo Capella.
“O livro é resultado de uma tese de pós-graduação que apresentei na PUC-SP. A pesquisa começou em 2004, com 18 estudos, 18 pesquisas de relacionamento entre assessores e jornalistas”, conta Capella.
O estudo revela que 27% dos jornalistas acham o follow-up irritante, mas que 86% destes profissionais veem os assessores como parceiros. “Isso quebra a ideia de que o assessor só existe para divulgar a empresa que ele atende. Essa percepção já chegou à redação”, afirma.
Por outra parte, para 50% dos jornalistas, o pior defeito do assessor de imprensa é a insistência, querer “vender o peixe” a qualquer custo.
“O bom assessor é aquele que conhece o dia-a-dia do profissional de redação, os diferenciais dos veículos e a necessidade do jornalista”, define Capella.
Veja mais em Comunique-se e repare nos comentários dos leitores, são no mínimo interessantes. O tema realmente dá “pano pra manga”.

